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Governador prega manutenção das aulas no dia 20 e faz alerta para segurança nas escolas: “Não façam terror”

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), fez um apelo pela manutenção das aulas nas instituições de ensino na próxima quinta-feira (20), apesar da divulgação de ameaças de ataques às escolas. Jerônimo também pediu para que a população baiana ajude a gestão estadual a enfrentar a disseminação de ataques com seriedade. A declaração foi dada na manhã desta quarta-feira (19), durante o anúncio da instalação do Comitê Estadual Intersetorial de Segurança nas Escolas e nos Espaços Educacionais da Bahia (Cise).

“O que tem amanhã é um chamamento para um abraço na escola. Eu quero pedir aos pais que não façam terror, que não comam terror, claro, com segurança. Ninguém aqui está pedindo irresponsabilidade. Pregamos para que amanhã as nossas escolas tenham aula normal, é uma pregação minha dentro da responsabilidade da gente. Estamos apelando para os professores, estudantes e pais para que nos ajude a enfrentar isso com seriedade”, afirmou Jerônimo.

O governador também pediu para que os alunos não levem materiais de defesa como facas  e objetos perfurantes para o colégio. Jerônimo também associou a divulgação dos ataques às escolas a um “adoecimento” da sociedade no geral.

“Nós preparamos um material para evitar que estudantes possam ficar levando algum tipo de equipamento para se proteger, nós não queremos isso. Se a escola está passando por isso, é porque a sociedade está passando por isso, a cidade está adoecida. Amanhã estamos chamando escolas para poder fazer um grande movimento de abraço de amor e de acolhimento”, disse o governador.

DETECTOR DE METAIS

Jerônimo também criticou a aplicabilidade de detector de metais nas escolas como medida de segurança para evitar possíveis ataques nas instituições. O governador afirmou que “não tem interesse” em dar prosseguimento na matéria que está em andamento na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

“Vou pegar a escola Luiz Viana, 2 mil estudantes, eu vou botar quantas catracas? Eu vou fazer uma fila de que tamanho? Imagine os estudantes tendo que fazer uma revista com um detector de metais. E os cadernos com espiral? Eu vou ter que ficar olhando bolsa por bolsa? Então, assim, eu não tenho interesse, nem em colocar câmeras nem em colocar catracas, ou detectores de metais”, afirmou Jerônimo.

Fonte: BN

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