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ALERTA: Homem de Ipupiara cai em golpe da falsa venda de carro e perde R$ 40 mil

Foto: Ilustrativa

Um homem da cidade de Ipupiara, na Chapada Diamantina, foi vítima de um golpe do falso intermediário, na última sexta-feira (24). Casos semelhantes já aconteceram no município.

O chamado “golpe do falso intermediário” é um dos golpes mais aplicados no mercado de compra e venda de veículos. O fato ocorre quando o criminoso consegue ludibriar tanto o comprador quanto o vendedor do bem, que neste caso específico era uma Fiat Strada.

Como ocorre

A vítima que está à procura de um veículo para comprar realiza buscar através de aplicativos de compra e venda. O golpista copia a postagem de um vendedor, alterando o número de contato para o dele próprio. A vítima então, se interessa pelo anúncio e entra em contato com o vendedor, que neste caso é o golpista. A partir daí, o criminoso inicia a conversa com a vítima e com o real vendedor do veículo. Para cada um deles, um argumento diferente.

Para o comprador, o golpista diz que é revendedor de carros ou que está a fazer um favor, e que o veículo em questão é de um “amigo” ou parente. Para o vendedor, ele afirma que tem um conhecido interessado na compra e busca outras informações, como endereço, características, etc.

Com uma boa conversa, o criminoso passa a ganhar a confiança das vítimas e busca então um encontro entre elas. Para o comprador, ele pede para que o mesmo não fale sobre valores e nem cite seu nome, pois está vendendo o veículo com um pequeno valor a mais, como pagamento pelo seu intermédio. Para o vendedor do carro, basicamente o mesmo argumento. Ele também pede para não seja citado seu nome ou valores, pois passou para o interessado um valor superior ao desejado pelo vendedor, também como pagamento pelo serviço.

Comprador e vendedor então marcam o encontro, sem saber que estão prestes a cair em um golpe.

Após o encontro, o comprador se interessa pelo veículo, mas não fecha negócio diretamente com o vendedor. Ele entra em contato com o criminoso, que passa os dados bancários de uma terceira pessoa e pede que o comprador faça o depósito naquela conta.

Com o pagamento realizado, o criminoso para de responder as mensagens e as vitimas perdem totalmente o contato.

O comprador realiza o pagamento, mas o dono do veículo não recebe o dinheiro. Golpe consumado.

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